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Cristianismo e Liberalismo - J. Gresham Machen. Edição ampliada

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CRISTIANISMO E LIBERALISMO - J. Gresham Machen Publicado originalmente em 1923, Cristianismo e Liberalismo, de J. Gresham Machen, tornou-se um dos maiores clássicos da teologia reformada. Nesta obra, Machen demonstra que o liberalismo teológico não representa uma forma diferente de cristianismo, mas uma religião distinta, que preserva a linguagem bíblica enquanto abandona seu conteúdo. Esta edição vai além de uma nova tradução. Além de um texto cuidadosamente revisado e atualizado para o português contemporâneo, ela reúne notas explicativas, contextualizações históricas e artigos exclusivos, mostrando como as questões levantadas por Machen continuam profundamente atuais diante dos desafios da Igreja no século XXI. Uma edição preparada para ajudar o leitor não apenas a conhecer um clássico, mas também a compreender sua extraordinária relevância para os nossos dias.

Por que a IGREJA tem MEDO das suas dúvidas? (A verdade sobre a desconstrução)

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Há um discurso cada vez mais comum entre cristãos que atravessam uma crise de fé: "Na igreja eu não podia perguntar. Na internet, finalmente encontrei quem me ouvisse." Essa frase deveria preocupar profundamente qualquer comunidade cristã. Não porque a internet seja, por definição, um ambiente hostil à fé, mas porque ela passou a ocupar um espaço que pertence, por vocação, à própria igreja. Vivemos um tempo em que o fenômeno da "desconstrução" ganhou enorme visibilidade. Para muitos, ele representa uma revisão honesta das crenças recebidas; para outros, tornou-se apenas um eufemismo para o abandono progressivo do cristianismo histórico. Independentemente da definição, uma pergunta precisa ser feita: por que tantos cristãos sentem que precisam sair da igreja para fazer perguntas sobre a própria fé? A resposta não é simples, mas parte dela está dentro das próprias igrejas. Em muitos contextos, criou-se uma cultura na qual questionar é interpretado como rebeldia, e não...

A Fé Cristã no Mundo Moderno. J. Gresham Machen

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J. Gresham Machen e A Fé Cristã no Mundo Moderno : um clássico que continua falando à Igreja Existem livros que pertencem ao seu tempo. Outros parecem atravessar as décadas sem perder a força. A Fé Cristã no Mundo Moderno , de J. Gresham Machen, pertence à segunda categoria. Escrito originalmente em 1936, a partir de uma série de conferências transmitidas pelo rádio em 1935, este livro nasceu em um período de intensa instabilidade mundial. O cenário era marcado por crises econômicas, ascensão de regimes totalitários, crescimento do liberalismo teológico e uma igreja cada vez mais pressionada a adaptar sua mensagem ao espírito da época. Quase um século depois, a pergunta permanece: o que sustenta a fé cristã quando tudo ao redor parece mudar? É justamente essa pergunta que Machen responde.

Série Calvinismo, uma paráfrase

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  João Calvino em linguagem clara para os leitores de hoje Durante quase cinco séculos, as Institutas da Religião Cristã, de João Calvino, permaneceram como uma das obras mais importantes da história do cristianismo. Sua influência ultrapassa as fronteiras das igrejas reformadas e alcança a teologia, a filosofia, a política e a própria formação da cultura ocidental. Apesar de sua relevância, muitos leitores desistem da obra por causa da linguagem antiga, do estilo acadêmico das traduções e dos longos períodos característicos do século XVI. Calvinismo | Uma Paráfrase nasceu para aproximar essa obra de uma nova geração de leitores.

CALVINO E A CERTEZA DA SALVAÇÃO

CALVINO E A CERTEZA DA SALVAÇÃO Todavia, não damos aqui qualquer apoio àquela filosofia extremamente perniciosa que certos semi-papistas começaram recentemente a espalhar em segredo. Não podendo defender a dúvida grosseira ensinada pelos escolásticos, recorreram a outra invenção, procurando formar uma mistura de fé e incredulidade. Admitem que, sempre que olhamos para Cristo, possuímos pleno fundamento para esperar; porém, porque somos indignos de todas as bênçãos oferecidas nele, afirmam que devemos permanecer vacilando e hesitando diante de nossa indignidade. Em resumo, colocam a consciência entre esperança e temor, fazendo-a oscilar continuamente entre ambos. Assim, esperança e medo tornam-se opostos absolutos: uma cresce enquanto o outro diminui, e uma cai quando o outro se levanta. Dessa maneira, Satanás, percebendo que os antigos meios pelos quais costumava destruir a certeza da fé já são demasiado evidentes, procura agora miná-la por caminhos indiretos.

A moderação conjugal e a pureza requerida por Deus - João Calvino

A moderação conjugal e a pureza requerida por Deus Além disso, quando os cônjuges compreendem que sua união foi abençoada pelo Senhor, devem reconhecer também que essa bênção não lhes concede liberdade para uma entrega desordenada aos desejos. Embora o matrimônio honroso remova a vergonha da incontinência e ofereça um meio legítimo para sua contenção, não segue daí que deva tornar-se ocasião para excessos. Portanto, marido e mulher devem lembrar-se de que nem tudo lhes convém. Haja sobriedade na conduta do marido para com sua esposa e igualmente da esposa para com seu marido, de modo que ambos procedam com dignidade e moderação, sem nada fazer que seja incompatível com a honra e a temperança próprias da vida matrimonial. 

Contra a acusação de que a providência divina seria o mesmo que destino (João Calvino)

Contra a acusação de que a providência divina seria o mesmo que destino Aqueles que procuram lançar descrédito sobre essa doutrina a caluniam como se fosse o mesmo dogma estoico acerca do destino ( fatum ). A mesma acusação já havia sido levantada antigamente contra Agostinho. Não desejamos disputar acerca de palavras; contudo, não admitimos o termo “destino”, tanto porque pertence ao tipo de expressões profanas das quais Paulo ordena que nos afastemos (1Tm 6:20), quanto porque, por meio dessa palavra odiosa, tenta-se lançar desprezo sobre a verdade de Deus. Além disso, essa acusação é falsa e maliciosa. Pois nós não imaginamos, como os estoicos, uma necessidade produzida por uma cadeia perpétua de causas interligadas e encerradas dentro da própria natureza. Antes, afirmamos que Deus é o ordenador e governador de todas as coisas; que, desde a eternidade mais remota, decretou em sua sabedoria tudo quanto haveria de fazer e que agora executa por seu poder aquilo que decretou. Assim, sust...