sábado, 26 de novembro de 2011

A religiosidade que Deus quer

Isaías 58.1,2,6,7

1. Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados. 
2. Todavia me procuram cada dia, tomam prazer em saber os meus caminhos, como um povo que pratica justiça, e não deixa o direito do seu Deus; perguntam-me pelos direitos da justiça, e têm prazer em se chegarem a Deus,
6. Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo?
7. Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?

Deus estava cansado de uma religiosidade medida pela aparência, o povo de Israel parecia ser o que na verdade não queriam ser, pareciam jejuar, porém estavam pecando contra Deus dentro do próprio jejum. Eram como Jericó descrito em 2 Reis 2.19, estava em um lugar bom, porém suas águas eram amargas e sua terra não produzia nada, assim era o povo de Deus na época em que Isaias foi chamado.


Com a missão de expor o pecado do povo, Isaias levou também a vontade de Deus, descrito no versículo seis, Deus desejava que o povo voltasse para si como o povo que eles mesmo achavam que eram, para isso eles precisavam:



1. Por em liberdade:
. Aqueles que estavam presos injustamente;
. Aqueles que estavam sendo oprimidos;
. Que acabassem com toda escravidão.

2. Trocar falsos sacrifícios pelas boas obras:
. Alimentando que não tinha condições de sobreviver;
. Acolhendo quem passava por necessidade;
. Vestindo quem não tinha o que vestir;
. Socorrendo nossos parentes. 

Uma análise fria deve ser feita hoje a respeito de nossa própria religiosidade, podemos confiar que Deus cumpriria hoje as promessas contidas no versículo oito e nove? 
Assim como Eliseu, derramando sal nas águas de Jericó, devemos hoje ter em essência de vida o tempero que mudará toda sorte de nossa religiosidade, agindo como águas que dão vida e terra que produz frutos agradáveis ao Senhor. Este tempero conseguiremos se agirmos como Deus que é o autor da vida tem nos ensinado e nos ensina a cada dia em sua presença.

Não sendo crentes que parecem amar a Deus, mas tem vidas que alimentam o pecado, que dizendo eu amo a Deus e não ama seu próprio irmão. 

Devair S. Eduardo

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