domingo, 28 de julho de 2013

O funk como cultura, suas letras como conseqüência

Tenho certeza de que muitos que estão lendo isto já ouviram ou até mesmo gostam de ouvir músicas deste estilo que me parece no mínimo estranho, bizarro e ao mesmo tempo constrangedor para algumas pessoas. 

O estilo musical conhecido no Brasil por funk vêm arrastando multidões pelo mundo e até mesmo crentes têm ouvido e gostado de suas letras que na maioria das vezes se refere exatamente o oposto do que é ensinado na Bíblia, tornando assim o funk quase uma cultura brasileira. Para quem nasceu há dez anos o funk é algo normal, natural até. Coisa que já vêm desde antigamente introduzido em uma sociedade humanista e liberal em certo sentido da palavra, mas o funk não é e nunca foi uma cultura brasileira, nem o ritmo, nem suas letras. Tudo que vemos no funk brasileiro é uma cópia americana e repleta de influência musical antiga e de mau gosto.


Tenho aqui duas referências antigas e sei que existem muitas outras que contribuíram para o funk que conhecemos hoje e posso te garantir, elas não vieram exatamente do funk e sim de outros estilos parecidos e não tem nada haver com personalidades antigas como Claudinho e Bochecha que nos anos de ouro fizeram sucesso com o funk que hoje está extinto ou na melhor das hipóteses abandonado. Claro que o ponto de vista dessas influências é baseado naquilo que vi e vivi, não tenho referências mais antigas porque me baseio aqui com a verdade que eu conheço e não com ela em um todo e usarei dados dos sites de seus respectivos citados e em especial o Wikipédia que mesmo não sendo o mais confiável possuí material bem detalhado e realista.

O funk como cultura americana nasceu na segunda metade da década de 1960, criado por negros norte americanos misturando estilos como soul e jazz e em sua história traz nomes conhecidos como Miles Davis e James Brown. Uma coisa que faço questão de apontar é que no ritmo original americano as letras com conotações sexuais eram o primeiro sinal de um funk, sendo assim o que vemos hoje existe desde sua criação, mas no Brasil podemos sentir claramente uma mudança nas ultimas décadas. Ouça as musicas de Claudinho e Bochecha e compare com as músicas mais comuns de hoje e você sentirá o que estou propondo. O que quero propor ao leitor daqui em diante é que o funk assim como todos os estilos musicais foram influenciados por seus mestres no passado, sejam eles de que estilo for e desejo ainda dar um alerta sobre o futuro de nossos filhos. Sendo o funk de hoje uma conseqüência adotada através das décadas, o que esperar do futuro da música, estilo e cultura de nossas gerações? Portanto não é um texto para cristãos e sim para uma sociedade caída formada de pessoas e não de religiões.

Minha primeira referência para o atual estilo musical aconteceu em meados de 1990 quando a banda Mamonas Assassinas introduziu em uma sociedade ainda motivada pela crítica, conceitos distorcidos de música cômica. Com suas letras que ajuntavam a agressividade de um padrão sexualmente imoral com a suavidade de um palhaço que tenta distrair seus espectadores enquanto brinca com eles. Sucesso que durou para eles apenas um ano, seja por qual motivo for. Com suas letras cômicas os mamonas assassinas introduziu, ou até mesmo continuou certo trabalho de, o conceito de que ser homossexual era uma coisa engraçada, ser traído poderia ser engraçado, sem deixar de citar que sua música mais cantada explica cenas de suruba e prostituição. Claro, talvez eles não imaginassem o que viria a seguir, era tudo cômico e sensual, mas abria portas para que muitos jovens e crianças pudessem buscar mais do que estavam cantando.

Segundo Rick Bonadio em um texto publicado no site Wikipédia os mamonas assassinos eram como ídolos de crianças. Um ato de depravação contra aqueles que deveriam aprender coisas sadias e próprias para sua idade. O efeito Mamonas Assassinas, mesmo não tendo isso como visão, abriu espaço para a depravação aberta em todas as mídias, no rádio, na televisão e hoje na internet. Aquilo que parecia infantil, que era engraçado deu espaço para o que hoje concordamos ser um abuso.

Minha segunda referência para o atual estilo se refere a uma banda que nasceu pouco depois dos Mamonas, a atual conhecida como Tchan. O nome original da banda era Gera Samba e contava com o que hoje seria o básico para uma banda de sucesso vinda da Bahia, duas mulheres com poucas roupas, um vocalista e músicas que incentivem os movimentos sensuais, seja das dançarinas ou de quem os assiste. Esta banda que já foi conhecida não somente pelo sucesso e também pelos escândalos rendeu muito dinheiro aos participantes e foi considerado por muitas crianças a ponto de ter na época concurso da criança que dançava igual às dançarinas. Suas modelos fizeram sucesso não pelas músicas e sim pela forma como se apresentavam no palco dando assim início ao que eu chamaria de incentivo sexual livre.

Dos tempos passados até hoje muita coisa aconteceu para que chegássemos onde estamos, mas creio que estas seriam a base, pelo menos de nossa era, do que hoje chamamos de música ou estilo. Não posso dizer que este era um plano deles, mas creio que nosso inimigo se aproveitou muito bem de toda esta situação, isto porque uma das tristes conseqüências do funk de nossa época são a separação da família e a depravação dos menores, sabendo que eles serão à base do nosso futuro, Satanás tem trabalhado muito bem a mensagem de que uma vida liberta de conceitos protetores é uma vida sadia. Famílias são separadas pelas mortes em bailes que aumentam a cada ano, conceitos sobre sexo são re ensinados para aqueles que deveriam ter aprendido tudo em casa e valores são perdidos pelas letras arrogantes que privilegiam aqueles que fazem o que é errado. Assim as pessoas crescem e desenvolvem aquilo que aprendem desde criança. Seja certo ou errado, somos cópias daquilo que aprendemos na infância, sendo assim deixo aqui minha pergunta final para que você também possa meditar dentro do seu contexto.

Como nossos filhos irão saber o que é certo e errado? Viverão para terem outras gerações ou finalizariam elas numa vida depravada e indecente? Teria o Brasil um futuro tranqüilo com tudo isso que temos ouvido ser ensinado? Pense nisso, a cultura do país não pode ser aquilo que acaba com o próprio povo.

 “Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam.” (Paulo - Romanos 1.24-25;28)


Obs.: Respeitamos a liberdade de expressão por isso nos expressamos também. Devair da Silva Eduardo; os dados citados acima são tirados do site wikpédia tendo seu conteúdo livre para uso. Não odiamos as pessoas citadas acima, mas não concordamos com seus atos.

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